TOYOTA GAZOO Racing World Rally Team procura sétima vitória consecutiva no Rali de Portugal

4 de maio, 2026 – A TOYOTA GAZOO Racing World Rally Team (TGR WRT) regressa às provas em piso de terra, no Vodafone Rali de Portugal, com o objetivo de manter a sua invencibilidade em 2026. Com cinco GR Yaris Rally1 da TGR WRT, a emblemática prova do Campeonato Mundial de Ralis da FIA, irá decorrer entre 7 e 10 de maio e contará com 23 classificativas especiais, num total de 345,14 quilómetros cronometrados, inseridos num percurso global de cerca de 1.862 quilómetros na zona norte e centro do país.

A equipa venceu as cinco provas disputadas até agora nesta temporada, incluindo um pódio completo (1.º, 2.º, 3.º e 4.º lugares) no asfalto do Rally Islas Canarias, onde ampliou a sua vantagem no campeonato mundial de construtores para 98 pontos.

Os pisos de terra da prova lusa representam um desafio muito diferente do início da época, mas tem sido um terreno de muito sucesso para a equipa, uma vez que venceu as últimas seis edições da prova, numa série de vitórias que remonta a 2019.

Da atual equipa de pilotos da Toyota, Elfyn Evans está entre os vencedores – tendo triunfado em 2021 – e lidera atualmente o campeonato mundial de pilotos com dois pontos de vantagem sobre o seu companheiro de equipa Takamoto Katsuta, que também teve um forte desempenho em Portugal no passado. Sami Pajari ocupa o terceiro lugar na classificação, a 29 pontos da liderança, após quatro pódios consecutivos, com o jovem Oliver Solberg quatro pontos atrás, em quarto lugar, e vencedor em Portugal na categoria WRC2 em 2025 ao volante do GR Yaris Rally2.

Sébastien Ogier, que ocupa o sexto lugar na classificação, após conquistar a primeira vitória, da sua época parcial, nas Canárias. O experiente piloto francês, detém o recorde de vitórias no WRC em Portugal, com sete triunfos, tendo conseguido vencer nos últimos dois anos.

O piloto do Programa TGR WRC Challenge, Yuki Yamamoto, será um dos 11 pilotos ao volante de GR Yaris Rally2, num pelotão repleto de 45 participantes da categoria Rally2. Roope Korhonen lidera a lista de inscritos no WRC2 entre os pilotos do GR Yaris Rally2, que conta também com vencedores consagrados da categoria como Gus Greensmith, Teemu Suninen e Alejandro Cachón, enquanto o múltiplo campeão australiano Harry Bates disputa a sua primeira ronda europeia do WRC, juntando-se à dupla francesa Eliott Delecour e Adrien Mosca e ao holandês Bernhard ten Brinke na classe. Os dois pilotos portugueses Rúben Rodrigues (Auto Açoreana Racing) e Pedro Almeida (TOYOTA GAZOO Racing Caetano Portugal) também participam em GR Yaris Rally2. Outro membro do programa TGR WRC Challenge, o copiloto Tomiya Maekawa, irá competir ao lado de Jarkko Nikara na categoria WRC3.

Entre os elementos que transitam de 2025 para 2026, o quartel-general da prova continuará instalado na Exponor, em Matosinhos, enquanto a cerimónia de partida regressa a Coimbra. A super especial da Figueira da Foz irá manter-se, embora reduzida para 1,93 quilómetros.

Na sexta-feira, Mortágua mantém-se, com duas passagens, e haverá um reagrupamento com apoio remoto em Arganil. O sábado preserva um formato fortemente focado nos clássicos da competição portuguesa, incluindo Cabeceiras de Basto, Amarante (que se estende para 26,24 quilómetros, consolidando-se como a etapa mais longa do rali), Lousada (no circuito), Felgueiras e Paredes. No domingo, Fafe surge como o destaque, com passagem dupla, sendo a segunda como Power Stage.

As principais alterações surgem na quarta-feira, com o shakedown novamente em Paredes, com 5,72 quilómetros e a seção final incorporada no circuito de Baltar. Na quinta-feira, a prova vai para novas localidades com a estreia das etapas de Águeda/Sever (15,08 km) e Sever/Albergaria (20,24 km), ambas realizadas apenas uma vez.

Na sexta-feira, surgem alterações importantes, com um aumento de 3,24 quilómetros em Arganil, Goís passa a ser em sentido oposto (e apenas uma vez), além da inclusão inédita da Candosa, mantendo a denominação de Lousã, com duas passagens. No domingo, outra novidade significativa: Vieira do Minho entra no trajeto, com 21,72 quilómetros, um aumento de 4,03 quilómetros em relação à configuração anterior da especial, que será realizada duas vezes. A cerimónia de pódio também muda de localização, acontecendo, este ano em Fafe.

No total, o Rali de Portugal 2026 terá 1.872,52 quilómetros, o que representa um acréscimo de 81,87 quilómetros em comparação com a edição de 2025.

A prova é uma das preferidas do WRC, devido ao grande número de fãs entusiásticos que acompanham as especiais, que são rápidas e muito técnicas, com uma superfície que começa macia e arenosa, mas que muitas vezes se torna rochosa e cheia de sulcos nas segundas passagens.